Mostrar mensagens com a etiqueta phda. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta phda. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

QUEM TEM MEDO...do metilfenidato?

imagem@pinterest


Detestado e hipervalorizado, este psicoestimulante do grupo das anfetaminas actua no Sistema Nervoso Central e fomenta a atenção e concentração, por esta razão minimiza os comportamentos impulsivos. 
Dados cientificamente comprovados atestam que as crianças com défice de atenção têm défice de uma substância - Dopamina, pelo que o Metilfenidato repõe os seus valores sem causar habituação. 
É eficaz em 80% dos casos e os efeitos secundários podem ser atenuados com o ajuste das doses, pelo que se torna crucial o acompanhamento médico. Contudo, o acompanhamento psicológico assume aqui um papel importante por auxiliar na aquisição de competências para motivação para as actividades escolares e metodologia de estudo. 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

DICA AOS PAIS #2

Podemos trabalhar a atenção das crianças com coisas simples, esta semana escolhemos "O Grande Livro dos Labirintos" da edicare. Com ilustrações apelativas, em cada página uma história e um labirinto diferente. Os seus filhos vão querer dormir com ele <3











terça-feira, 13 de outubro de 2015

Pais de Miúdos com "Bichos Carpinteiros", este post é para vocês


Miúdos com "bichos carpinteiros"



Pedro pára, Pedro, já de disse para estares quieto. Pedro estás num consultório. Pedro, estas a ouvir a mãe? Pedro!!!! Este miudo parece que tem "bichos carpinteiros"!

A hiperactividade é uma dificuldade ou mesmo incapacidade ao nível da atenção, da actividade motora e da impulsividade. Os sintomas manifestam-se ao longo do desenvolvimento da criança e antes dos 7 anos de idade. Para ser diagnosticada têm de estar presentes em mais do que um contexto (por ex. escola e casa).

Estas crianças manifestam:

- inquietação motora
- agitação
- dificuldade de concentração
- dificuldade de atenção
- impulsividade

São crianças com dificuldade em estar sossegadas, em estar atentas e procuram fazer várias coisas ao mesmo tempo. A sua impulsividade, leva-os a não reflectir sobre o que fazem, implicando dificuldades de relacionamento com o grupo de pares.
São crianças que se sentem sozinhas, são crianças com baixa auto-estima que se sentem frequentemente culpabilizados, por não conseguirem "ser como os outros". São um grande desafio para os pais, que não sabem como lidar com a agitação e com as chamadas de atenção dos "outros" relativamente aos seus filhos. 
É fundamental compreender a patologia para intervir com eficácia e minimizar o impacto social que existe sobre estas crianças. São crianças, com hiperactividade mas não deixam de ser crianças.
Não se conhece a causa, os especialistas sugerem alterações neurológicas. Situações traumáticas e o peso da genética podem também contribuir para a manifestação da patologia.

Na maioria dos casos, os sintomas surgem por volta dos 3 anos, em que as crianças manifestam dificuldade em participar em jogos ou brincadeiras por não conseguirem esperar a sua vez. Contudo, é na entrada para a escola que o quadro se torna mais evidente pelas dificuldades de desempenho.


Crianças com hiperactividade, não são "mal-educadas", precisam de atenção e compreensão. Crianças, são crianças!